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Preservativo |
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O preservativo, também chamado popularmente de camisinha, é um método contraceptivo muito antigo, existindo provas da sua utilização em civilizações históricas da Antiguidade, como a chinesa, na qual os preservativos eram feitos de papel de seda untado com óleo, a egípcia, que utilizava intestinos de animais cozidos, ou ainda a cretense (1600 a.C.), da qual existem relatos acerca do rei Minos de Knossos recorrer a bexigas natatórias de peixes como preservativo. No século XVI o anatomista italiano Gabriel Fallopius recomendava um incômodo saquinho feito de linho e amarrado com um laço, que é considerado o primeiro preservativo, provavelmente utilizado para evitar doenças venéreas. Um século depois, um médico inglês - conhecido como dr. Condom - resolveu criar um protetor feito com tripa de animais para o rei Carlos II de Inglaterra, a fim de evitar o nascimento de tantos filhos ilegítimos (No entanto não há qualquer evidência de que tal médico tenha realmente existido). Em 1939, com a descoberta do processo de vulcanização da borracha, os preservativos passaram a ser fabricados com esse material e ficaram elásticos. Este é o método contraceptivo mais utilizado em todo o mundo, que ajuda não só no planejamento familiar como também evita a transmissão de diversas DSTs. É feito de látex ou poliuretano e geralmente vem já lubrificado, existindo em várias cores, aromas e tamanhos. Deve estar presente durante todo o acto sexual: deve colocar-se antes de iniciar a penetração e retirar-se depois da ejaculação, antes que o pénis perca a ereção. Apesar de ser o método mais eficiente contra a transmissão do vírus HIV (causador da epidemia da SIDA), o preservativo foi condenado pela Igreja Católica Romana e pelos praticantes do Hinduísmo como sendo um método abortivo. Ao colocar o preservativo, deve-se seguir os seguintes passos: Colocar o preservativo, passos 3, 4, 5 e 6
De acordo com o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, o uso correto e regular de preservativos de latéx pode: Outras doenças sexualmente transmissíveis também podem representar redução no risco de transmissão, mas não houve conclusões oficiais publicadas no relatório da pequisa. Em particular, isso inclui DSTs associadas com lesões ulcerativas que podem estar presentes em superfícies do corpo em que o preservativo não cobre (como os testículos), como a herpes genital e a sífilis. A transmissão dessas doenças ainda pode ocorrer mesmo com o uso correto do preservativo. O uso do preservativo feminino pode evitar transmissões do protozoário Trichomonas vaginalis.Um artigo no American Journal of Gynecologic Health mostrou que "todas as mulheres que usaram Reality® (uma marca de preservativo feminino) corretamente e freqüentemente ficaram protegidas do protozoário Trichomonas vaginalis (causador da tricomoníase vaginal)". Várias comunidades religiosas (como a católica, a muçulmana e a protestante) vêem problemas na utilização do preservativo por seus seguidores, dizendo que: Outras comunidades religiosas não se preocupam tanto com o uso do preservativo. Estas comunidades deixam a cargo dos envolvidos para escolherem o que acham melhor para si mesmos. Este artigo está licenciado sob a GNU Free Documentation License.
É uma adaptação do artigo da Wikipédia "Preservativo". |
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